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Chegou o momento de escolher entre ter um cachorro macho ou fêmea. E agora? Vamos hoje falar um pouco sobre algumas diferenças consideráveis entre os dois sexos e também deixar de lado definitivamente alguns mitos acerca desse dilema.

– Diferenças de comportamento.

Antes de mais nada, é preciso dizer que, sim, existem algumas diferenças de comportamento num estágio inicial. E isso pode ser observado da maneira mais óbvia: a influência dos órgãos reprodutores. O macho tende a ser mais territorialista, o que fica evidente quando os vemos levantando a pata em vários cantos da casa para “demarcar” território. Já as fêmeas ficam extremamente sensível (e por vezes, agressiva) por ter um período de fertilidade reprodutivo, como chamamos o “cio”. Durante esse tempo – que pode durar até 3 semanas – a cadela pode apresentar um sangramento bem similar à menstruação, fica mais afoita e, dependendo do caso, tende a ser mais agressiva.

É claro que a personalidade depende de inúmeros fatores que vão além do sexo, mas alguns adestradores já se atentaram ao fato de que as fêmeas são mais acessíveis ao adestramento por serem mais atentas, enquanto os machos são mais brincalhões e distraídos.

– E quanto à castração?

Muitos veterinários concordam com o fato de que são muitas as vantagens de castrar o animal. Com exceção daquelas pessoas que trabalhão com criação e reprodução de uma determinada raça, o animal pode aumentar a sua longevidade ao ser castrado, muito por conta da diminuição dos riscos de problemas atrelados aos seus órgãos reprodutores.

O macho, quando castrado, tende a ser menos “dominante” na casa, enquanto a fêmea, a maior vantagem é o término do cio, que eu já falei no tópico anterior.

– Escolha para crianças.

É importante lembrar em cada tópico que o comportamento do animal NÃO depende somente se é macho ou fêmea, mas diversos fatores de convívio, raça, espaço em que mora, etc. Mas é inegável que as cachorras são mais aprazíveis com crianças menores. Uma forte teoria está relacionada ao seu instinto protetor, materno. Os cachorros, principalmente os de porte grande, são mais indicados para convívio direto quando as crianças estão já maiores. O importante é saber que a criança pode se dar bem com cachorros de diversas espécies, independentemente de ser macho ou fêmea.

– E quando estou pensando em um segundo cachorro?

Nesse caso, existe uma convenção entre quem ama animais e cria mais de um em casa de que criar casais tem-se menos atrito. Isso porque existe uma cumplicidade entre os cachorros de sexos opostos. Quando estamos falando dois cachorros machos ou duas fêmeas, cria-se um ambiente que pode resultar em disputas de atenção.

O que você precisa assimilar do vídeo de hoje é que não importa se é macho ou se é fêmea. Até porque o perfil comportamental do seu cachorro vai ser definido de outras maneiras, que vai desde à raça até a convivência com a família. Existem, é claro, algumas diferenças básicas entre o macho e a fêmea, mas no geral, o que vai importar mesmo é a quantidade de amor que você irá dar aos cãezinhos. E isso não é pouco!

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